"Eu não sou uma sonhadora. Só devaneio para alcançar a realidade!" C.Lispector

sábado, 23 de agosto de 2008


Lá estava ele.
Quatro dias no piloto-automático. Drogado. Magoado. Acabado.
Quatro dias sem saber o que estava fazendo, se estava vivendo ou morrendo.
Quatro dias, dia-após-dia sem se lembrar da véspera,
Cheirou?Fumou?Bebeu?Brigou?Doeu?...
Não sabia,
tudo o que ele lembrava era que queria [desesperadamente] esquecer sua vida até o presente momento. Apagar seu passado todo, como a festa da noite anterior foi apagada de sua memória num súbito lampejo de inconsciência. Mas queria sua consciência ainda consciente.
Queria era começar a lembrar de outra vida
e não da que era dele anos a fio(e era vida?!)!
Uma vida nova,
que há de ser vivida, que há de se fazer vida,
que faça parte do seu dia-a-dia.
(viva!)


















'tristeza não tem fim... felicidade sim.'
Sometimes the drugs are not enough
to cure the pain,
to make the smiles be the same,
that they were years ago.

Sometimes all we need is some space
where we can live the dreams we made
inside our had,
and taste they like a peace of cake.






(*apenas me dê palavras, não importa o idioma, que tento fazer delas um só... sentimento[ou sofrimento].