"Eu não sou uma sonhadora. Só devaneio para alcançar a realidade!" C.Lispector
sábado, 21 de março de 2009
pessoas se auto-esmagando diariamente para sobre[viver]: eis aqui a definição de ônibus circular.
domingo, 8 de março de 2009
dois.
Lá estão: dois que são quase um, como a matemática pode errar tanto assim? Para eles, somando-se dois dá-se um.
São complementos e remendos. Ela para tapar os buracos de mágoas passadas que há nele, e ele para remendar as palavras soltas e formar frases da qual nem ela mesma entende para a compreensão externa. Brigam sempre quando um se esquece de apagar a luz, mas ah, como esse sentimento tolo não reduz!
Só aumenta, só lhes dá mais vontade de saber um do outro, de conhecer até os mais íntimos e impuros pensamentos, os desejos mais sórdidos e mais sombrios. Sem medo, querem descobrir tudo sem pré-julgamentos - na verdade sem julgamento algum.
São complementos e remendos. Ela para tapar os buracos de mágoas passadas que há nele, e ele para remendar as palavras soltas e formar frases da qual nem ela mesma entende para a compreensão externa. Brigam sempre quando um se esquece de apagar a luz, mas ah, como esse sentimento tolo não reduz!
Só aumenta, só lhes dá mais vontade de saber um do outro, de conhecer até os mais íntimos e impuros pensamentos, os desejos mais sórdidos e mais sombrios. Sem medo, querem descobrir tudo sem pré-julgamentos - na verdade sem julgamento algum.
Querem coexistir e existir um no outro. E pouco a pouco se tornam arco-íris, que não tem graça se faltar uma única cor que for.

Entrelaçam as mãos e sonham acordados em uma tarde de sexta-feira, deitados na grama do parque. Roçam-se, como dois cachorros a se amarem.
Que passa eles sabem, mas no momento são um... um que passa junto. que anda no mesmo passo, no mesmo passo que o mundo.
conjuntos.
conjuntos.
terça-feira, 3 de março de 2009
take a chance.
As vezes é preciso pular de um precipício sem olhar para baixo para ver o que há.
As vezes é preciso se alimentar do fruto proibido para ver que gosto tem.
'Arriscando a gente descobre', já disseram uma vez, e arriscando a gente não se encobre... fazemos o que realmente temos vontade, sem medo, apenas para dizer que não acabamos não tentando(ou para dizer que tivemos a coragem de tentar, não importa.)
Mas é claro, consequências virão, e quem disse que não? Mas mesmo sabendo, às vezes, nem que seja só uma vez... vale a pena arriscar tudo em apenas um número da roleta.
Talvez caia nele, talvez não. E aí você gira a roleta mais uma vez, ou então senta e vê ela girar. O fato é que ela nunca para. Independente de suas escolhas sempre há um outro jogador esperando sua vez, sempre há uma roleta que nunca para de girar. E essa roleta meu amor, é a vida.
Um jogo só de ida.
As saudades dos tempos que não voltam sempre estarão presentes nos nossos pensamentos no momento no qual atingirmos a cabeça no travesseiro, um inevitável e triste lamento que deslizará em forma de lágrimas amargas que não tinham a intenção de sair, que não tinham a intenção de mostrar a verdadeira fraqueza que há dentro de cada ser.
Somos expostos, uma hora ou outra, à um mundo no qual nem sempre existem placas indicando que caminho tomar, onde pegar o atalho mais seguro, onde parar para olhar para os dois lados antes de fazer alguma besteira. Uma hora ou outra realizamos que estamos sozinhos nesse mundo repleto de gente,
e não há nada que mude esse sentimento... quando encostamos nossos fios de cabelos brancos de preocupação no travesseiro amassado.
A saída, é inventar uma saída, um caminho, uma estrada. Assim colocando quantas placas quiser, dizendo o que quiser... aceitando o que e quem vier.
[novos ares]
As vezes é preciso se alimentar do fruto proibido para ver que gosto tem.
'Arriscando a gente descobre', já disseram uma vez, e arriscando a gente não se encobre... fazemos o que realmente temos vontade, sem medo, apenas para dizer que não acabamos não tentando(ou para dizer que tivemos a coragem de tentar, não importa.)
Mas é claro, consequências virão, e quem disse que não? Mas mesmo sabendo, às vezes, nem que seja só uma vez... vale a pena arriscar tudo em apenas um número da roleta.
Talvez caia nele, talvez não. E aí você gira a roleta mais uma vez, ou então senta e vê ela girar. O fato é que ela nunca para. Independente de suas escolhas sempre há um outro jogador esperando sua vez, sempre há uma roleta que nunca para de girar. E essa roleta meu amor, é a vida.
Um jogo só de ida.
As saudades dos tempos que não voltam sempre estarão presentes nos nossos pensamentos no momento no qual atingirmos a cabeça no travesseiro, um inevitável e triste lamento que deslizará em forma de lágrimas amargas que não tinham a intenção de sair, que não tinham a intenção de mostrar a verdadeira fraqueza que há dentro de cada ser.
Somos expostos, uma hora ou outra, à um mundo no qual nem sempre existem placas indicando que caminho tomar, onde pegar o atalho mais seguro, onde parar para olhar para os dois lados antes de fazer alguma besteira. Uma hora ou outra realizamos que estamos sozinhos nesse mundo repleto de gente,
e não há nada que mude esse sentimento... quando encostamos nossos fios de cabelos brancos de preocupação no travesseiro amassado.
A saída, é inventar uma saída, um caminho, uma estrada. Assim colocando quantas placas quiser, dizendo o que quiser... aceitando o que e quem vier.
[novos ares]
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